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João Monlevade - BLOG DO GUILHERME ASSIS
Você que acompanha a coluna pelo jornal Bom Dia e demais jornais de Monlevade e região agora vai poder saber das novidades em tempo real no www.blogdoguilhermeassis.blogspot.com.
DIPLOMA
Podem escolher a palavra: cínico, hipócrita, falacioso. Como Quiserem. Tem certo dono de jornal aí, aquele do tal prêmio "ISO" nove mil e qualquer coisa, que está cobrando diploma de formação superior de Direito para que a ouvidora municipal exerça seu cargo.
DIPLOMA I
Logo ele que muitos chamam de jornalista, mas também não tem formação superior para o exercício do cargo. Assim como ele, que mesmo auto-didata confesso, consegue se destacar em seu ofício, quem conhece a Jacqueline Silvério sabe que ela tem sensibilidade e competência suficientes para exercer muito bem o que se propõe.
DIPLOMA II
Além do mais, notável mesmo é a criação da Ouvidoria, que deverá tornar-se vitalícia. O pior é que o dono do tal jornal que gira a metralhadora e sai atirando, atinge a honorabilidade de toda a Câmara Municipal e do prefeito. Foi só deixar de ser consultor político para transformá-lo em alvo preferido.
FRAUDE DO LIXO
O jornal Estado de Minas publicou ontem, 8, em sua página a fraude do lixo que envolve o ex-prefeito Carlos Moreira e a empresa Prohetel que é do empresário Oscar Morais. Também está no processo o vereador Zezinho Despachante (PP). Será que o Estado de Minas também é mentiroso?
FRAUDE DO LIXO I
O Ministério Público pede a indisponibilidade dos bens dos acusados em até R$3,9 milhões. A Prohetel foi uma das principais financiadoras da reeleição de Moreira em 2004. A perícia feita constatou que, do início da prestação dos serviços em 2003 até 2006, o valor inicial do contrato foi reajustado em 152,79%. Esse Carlos Moreira é uma mãe. Nunca na história dessa cidade teve um prefeito com tantos processos de corrupção.
FRAUDE DO LIXO II
Já que o ex-prefeito voltou para rádio "Cultura", hoje a pesquisa do dia será a seguinte. O que será que Carlos Moreira fez com essa grana toda? Só pegou emprestado, mas vai devolver? Escondeu na cueca? Emprestou a juros para Prohetel? Ou é perseguição do Ministério Público? Ligue 3851-6001. E ganhe uma barra de rapadura!
MAURI EM ITABIRA
Os itabiranos levaram um grande susto neste domingo, 7, ao receber, na sua porta um jornalzinho editado por uma jornalista monlevadense, filha do "marqueteiro profissional". O jornal intitula-se prestador de contas do deputado Mauri Torres na região de Itabira e diz respeito ao trabalho do parlamentar na região.
MAURI EM ITABIRA I
O que assustou os itabiranos foi o seguinte: Roberto Chaves é vice-prefeito pela segunda vez (4 anos mais 1 e meio) e sempre esteve ao lado do prefeito João Izael (PR). Mas o jornal atribui todas as obras realizadas durante um certo período, ou nos últimos anos, aos dois apenas - Roberto e Mauri - que teriam exercido influência junto ao governador Aécio Neves para que tudo se concretizasse.
MAURI EM ITABIRA III
Mais estranho do que a parceria que deveria existir entre o prefeito e o vice é a não citação do nome de João Izael em nenhuma linha da publicação de 12 páginas. Ou seja, o "marqueteiro" não digita esse nome nem que os funcionários queiram. Por essas e outras é que digo: o marketing vai se tornando um mau desnecessário. Transformou-se, então, em um instrumento de enganar o povo. Está provado!
ODIADO
Mauri Torres é o político mais odiado pelo povo de Itabira. Fala o nome do encardido (o sujo como diz minha mãe), mas não fala o nome dele nas rodas políticas. Ele é conhecido como o homem que tirou tudo de Itabira e trouxe para João Monlevade. Falo isso porque freqüento a terra do poeta. Aliás, estou devendo uma visita ao secretário de comunicação da prefeitura de Itabira, Fernando Silva.
FRASE DA SEMANA...
"É impressionante como o ex-presidente da Associação dos Aposentados, José Braga Paiva, cuspiu no prato que comeu. Só foi presidente da entidade graças ao Sindicato dos Metalúrgicos e ao prefeito Gustavo Prandini e o PT. E se quer fez um agradecimento. Sabia que ele é trairá, mas ingrato já é demais". Dita por um associado no dia da posse do novo presidente Nestor Leite.

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