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Tribunal de Justiça confirma nulidade da eleição da Copremon - NOTÍCIAS ++ CIDADEMAIS +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
 
 Tribunal de Justiça confirma nulidade da eleição da Copremon
sábado, 27 de agosto de 2011

João Monlevade -
A 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) rejeitou nesta quinta-feira, 25, embargos solicitados pela Assessoria Jurídica da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Públicos Municipais de João Monlevade (Copremon). A decisão confirma a nulidade da eleição do Conselho Fiscal da cooperativa, mas a publicação do acórdão está prevista para o dia 1º de setembro.

A eleição para escolha do Conselho Fiscal da Copremon foi realizada em março de 2010 e acabou virando caso de polícia. O impasse sobre as eleições da cooperativa surgiu antes mesmo da realização do pleito. Como não conseguiu registrar chapa para participar da disputa, o professor Jesus dos Reis acionou a polícia. O educador suspeitou de adulteração do Regimento Eleitoral da entidade.

O assunto foi parar na Justiça e em dezembro de 2010, a juíza da 1ª Vara da Comarca de João Monlevade, Paula Murça Rocha Machado, determinou a nulidade do edital de convocação referente ao processo eleitoral do Conselho Fiscal da Copremon. Consequentemente, a eleição teria de ser anulada.

Mas a Assessoria Jurídica da cooperativa optou por recorrer da decisão. No último mês de julho, magistrados da 15ª Câmara Cível do TJMG mantiveram a decisão na juíza Paula Murça. O desembargador e relator do caso, Tibúrcio Márcio Rodrigues, também manifestou pela nulidade do processo eleitoral.

Mesmo assim, a defesa da Copremon optou por insistir na ação e solicitou um recurso especial. Durante a sessão realizada no último dia 25, os desembargadores negaram o embargo solicitado pela cooperativa.

Na tarde de ontem, 26, o professor Jesus Reis lamentou que a decisão tenha ocorrido quase no término do mandato da atual Conselho Fiscal. Mesmo assim, ele avalia que o próximo pleito seja mais rigoroso. "Achamos que estava errado e lutamos. Na verdade, alguns lutaram pelos direitos de todos. Acredito que agora, teremos mais critérios nas próximas eleições", observou.

O professor Jesus Reis não descarta a possibilidade de a defesa da Compremon tentar novo recurso junto ao Tribunal Superior de Justiça (TSJ). Na próxima semana, o educador e demais integrantes da ação contra a Copremon se reúnem com o advogado Sebastião Eustáquio de Carvalho para obter mais detalhes do caso.

Apesar do impasse jurídico, os cooperados eleitos em abril do ano passado continuam atuando, normalmente. O atual Conselho Fiscal da entidade é integrado por Antônia Maria de Souza Martins, Adenilson Raimundo, Lúcio Timóteo Monteiro, José Silvério dos Santos, Geraldo Alexandrino Machado de Souza e Adilson Arlindo Carlos.


 
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